Lutando sem forças:
encarar os mesmos olhos,
mesmas situações.
Já não tenho resposta:
meu corpo se nega a caminhar
a estender os braços.
Aqui estou
lutando sem forças
me debatendo nos labirintos
da descrença, da desesperança
da crueldade.
meu corpo estaria inerte?
teimosamente.
Sigam!
Caminhem!
Eu estou chegando!
Com forças para lutar pelo que importa!
Querendo novos olhos para criar novas situações.
Sigam!
Minhas esperanças seguem juntas!
Disperso
A infinidade de caminhos da mente humana
7 de julho de 2011
18 de junho de 2011
19 de abril de 2011
13 de novembro de 2010
Porque nossos olhos não alcançam além da cortina cotidiana?
Porque nossos olhos estão voltados para as miúdas necessidades?
Dispensáveis necessidades.
Somos incapazes de ver o Universo presente no ser a nossa frente.
Nossos olhos não enxergam a essência.
A simplicidade
Ou mesmo a sinceridade.
Estamos bem treinados
Em não sermos humanos,
Em não vermos além do que querem que vejamos.
Estamos bem treinados a nos preocupar com as ilusória necessidades
Em aceitarmos as regras, mesmo que signifique sangrarmos, por toda uma vida.
Estamos felizes.
Sofrendo e chorando,
Sobrevivendo sem Vida,
Mortos!
Sim, mortos!
Repetindo a mesma receita,
A mesma desgraçada experiência,
A mesma amarga e inquestionável ilusão.
Estamos Cegos.
Porque nossos olhos estão voltados para as miúdas necessidades?
Dispensáveis necessidades.
Somos incapazes de ver o Universo presente no ser a nossa frente.
Nossos olhos não enxergam a essência.
A simplicidade
Ou mesmo a sinceridade.
Estamos bem treinados
Em não sermos humanos,
Em não vermos além do que querem que vejamos.
Estamos bem treinados a nos preocupar com as ilusória necessidades
Em aceitarmos as regras, mesmo que signifique sangrarmos, por toda uma vida.
Estamos felizes.
Sofrendo e chorando,
Sobrevivendo sem Vida,
Mortos!
Sim, mortos!
Repetindo a mesma receita,
A mesma desgraçada experiência,
A mesma amarga e inquestionável ilusão.
Estamos Cegos.
19 de setembro de 2010
Qual véu?
Quero acordar.
Quero olhar para outro mundo.
Acreditava na queda do véu,
Na revelação dos segredos,
No conhecimento como liberdade.
Mas ainda não enxergo nada.
Talvez não exista véu nenhum,
Talvez não haja segredo algum.
Quero olhar para outro mundo.
Acreditava na queda do véu,
Na revelação dos segredos,
No conhecimento como liberdade.
Mas ainda não enxergo nada.
Talvez não exista véu nenhum,
Talvez não haja segredo algum.
2 de setembro de 2010
"Por um pouco de paz"
sinto meu coração rachar, está descompassado. descompassado com a realidade que tanto me dói. me dói a tristeza do olhar que deveria ser de ingenuidade e alegria. me dói a minha incapacidade de torna este olhar em esperança. me dói enxergar a desesperança onde deveria haver Vida.
25 de agosto de 2010
Por um pouco de sol,
por um pouco de luz,
por um instante que seja dos teus olhos nos meus olhos.
Pela minha salvação,
Por mim.
Pelas escuridão destes dias,
Pelo medo de dobrar as esquinas,
Pelo ar que não temos,
Pela gélida palavra que nossos corações carregam
E que nossa boca não se cansa de repetir.
Por um pouco que seja do teu corpo no meu corpo,
Da tua vida na minha vida.
Por tua sede que não é de mim,
Por teus braços que não é o meu refúgio.
Dar-me um pouco da certeza
Para as minhas infinitas dúvidas.
Dar-me um pouco de ti.
por um pouco de luz,
por um instante que seja dos teus olhos nos meus olhos.
Pela minha salvação,
Por mim.
Pelas escuridão destes dias,
Pelo medo de dobrar as esquinas,
Pelo ar que não temos,
Pela gélida palavra que nossos corações carregam
E que nossa boca não se cansa de repetir.
Por um pouco que seja do teu corpo no meu corpo,
Da tua vida na minha vida.
Por tua sede que não é de mim,
Por teus braços que não é o meu refúgio.
Dar-me um pouco da certeza
Para as minhas infinitas dúvidas.
Dar-me um pouco de ti.
6 de março de 2010
Conversas de noite inteira
Eu teria força para tuas palavras?
Forças que nunca existiram?
Não teria.
Ficaria mais uma vez inebriado
E perdido entre dores no peito e disritmia.
Perderia-me no teu olhar e
Não encontraria mais saída.
E quando eu menos percebesse,
Eu descompasso para seu compasso.
Carregaria amor e medo.
Ouvindo a canção emanada do meu eu mais puro,
Sincero e cego às brutalidades destes dias.
Forças que nunca existiram?
Não teria.
Ficaria mais uma vez inebriado
E perdido entre dores no peito e disritmia.
Perderia-me no teu olhar e
Não encontraria mais saída.
E quando eu menos percebesse,
Eu descompasso para seu compasso.
Carregaria amor e medo.
Ouvindo a canção emanada do meu eu mais puro,
Sincero e cego às brutalidades destes dias.
11 de dezembro de 2009
Tarde de Domingo
No passo desconhecido entendo o que sou
e talvez para onde vou,
entendo a confusão,
entendo o engano.
Olho para o que passou e
quisera eu que meus olhos fitassem o horizonte adiante,
quisera eu encotrar a Vida todos os dias,
em todos os olhos,
em todos os seres.
e talvez para onde vou,
entendo a confusão,
entendo o engano.
Olho para o que passou e
quisera eu que meus olhos fitassem o horizonte adiante,
quisera eu encotrar a Vida todos os dias,
em todos os olhos,
em todos os seres.
9 de setembro de 2009
Toda paixão,
Toda bela paixão
Nasce de um encantamento.
Nos torna possíveis
E viver não já é tão improvável,
Até parece belo,
Cômodo,
Até aparece não doer,
Mas dói.
Como um caminho diário
Olhando sempre para o outro lado do vidro,
Outro lado da linha.
Às vezes só existindo.
Seria tão belo,
Seria tão vida,
Mas não para estes olhos,
Não para esta pele
Toda bela paixão
Nasce de um encantamento.
Nos torna possíveis
E viver não já é tão improvável,
Até parece belo,
Cômodo,
Até aparece não doer,
Mas dói.
Como um caminho diário
Olhando sempre para o outro lado do vidro,
Outro lado da linha.
Às vezes só existindo.
Seria tão belo,
Seria tão vida,
Mas não para estes olhos,
Não para esta pele
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